O tempo é uma dádiva: por que não valorizamos a moeda mais valiosa do mundo? - H.MAN

O tempo é uma dádiva: por que não valorizamos a moeda mais valiosa do mundo?

O tempo é uma dádiva: por que não valorizamos a moeda mais valiosa do mundo?

Já parou para se perguntar porque o “agora” é denominado “presente” nos tempos verbais? Sem dúvidas, se refletirmos por alguns minutos sobre a dádiva do tempo, entenderemos que esta não é só mais uma coincidência gramatical. Nossas vidas são como gráficos de uma bolsa, onde, os valores variam de acordo com a forma como cuidamos das nossas riquezas, para que no fim do dia, o destaque seja ou alta da produtividade ou a queda de rendimento e experiências. Embora o tempo seja uma moeda única e não acumulativa, a verdade é que ela não tem um valor estabelecido como o real, o dólar e o euro. Muito pelo contrário, a sua valia é simbólica e muito relativa. Afinal, o que você faz com o seu tempo pode justificar a sua maior riqueza, ao mesmo tempo que, o que o outro faz com o tempo dele, pode fundamentar o motivo do seu fracasso. Uma única moda, com valores totalmente diferentes. Diariamente, a partir do momento em que você abre os seus olhos para o despertar, possui a mesma quantidade de tempo que qualquer outro indivíduo do planeta Terra. Neste momento, você inicia o processo de “gerenciamento do valor temporal” e processa cada segundo que entra na sua conta. Então, existem dois caminhos: fazer com que eles rendam muito mais, ou investir em más escolhas e perder tudo aquilo que recebeu. Sem dúvidas, o momento desafiador que estamos enfrentando, também serviu para nos revelar o valor, não só do tempo, mas também de todas as suas divisões e desdobramentos.

E você? O que faz com o seu tempo? Siga com a gente e confira a seguir, no blog da HMAN, um panorama sobre o consumo do tempo ao longo da vida humana.

O consumo do tempo na vida dos brasileiros

Uma pesquisa realizada pela Superinteressante revelou alguns dados curiosos e, até mesmo, decepcionantes à respeito do consumo do tempo ao longo da vida de um brasileiro. De fato, o tempo que passamos dormindo é, de longe, o que mais consome os minutos da nossa vida. De acordo com o estudo, que considerou a expectativa de vida no país, o brasileiro médio, que conta com oito horas de sono diárias, passa 23 anos, 9 meses e 7 dias de sua vida em sono profundo. Contudo, por mais que esse levantamento pareça assustador, não podemos ignorar que ele leva em conta uma necessidade básica, portanto, essa quantia é aceitável. O que definitivamente é incabível são as próximas constatações feitas pela equipe da revista, que concluiu que a maioria dos brasileiros passa 3 meses e 13 dias tomando banho - 7 meses em reuniões - 27 dias 2 horas esperando o elevador - 7 meses e 6 dias lendo e deletando e-mails - 26 dias e 16 horas procrastinando no trabalho - 7 meses, 6 dias e 14 horas em baladas - 14 anos e 6 meses vendo TV - 1 ano 5 meses e 26 dias enfrentando o trânsito - 4 anos, 9 meses e 18 dias esperando em filas - 2 anos 5 meses e 18 dias vendo comerciais de TV e 15 dias e 18 horas reiniciando o computador. Depois de ter acesso a todas essas informações, quem deseja viver melhor tem uma única alternativa: começar a gerenciar melhor o seu tempo.

Controle: Você sabe para onde e para quem está destinando a sua dádiva do tempo?

Geralmente, o que mais faz com que as pessoas percam tempo é, justamente, investir essa moeda em: nada. Por exemplo, se os mais de sete bilhões de habitantes do mundo investissem somente uma hora dos seus dias em fazer absolutamente nada, essa ação resultaria em quase oito séculos de, advinha? NADA! A segunda maneira mais comum de perder o seu tempo é entregando essa dádiva para o outro. Sabemos que, muitas vezes essa doação é necessária e essencial, afinal, nós trabalhamos para outras pessoas, fazemos favores para outras pessoas e, logo, destinamos o nosso tempo às outras pessoas. Por esse motivo, é de suma importância refletir quem ou o que merece mais ou menos do seu tempo e, então, aprender a dizer “não” e buscar o equilíbrio para geri-lo da melhor maneira. Em contrapartida, a forma mais assertiva de lucrar com a moeda do tempo, é tirá-lo de um terceiro e investir em você. Embora isso pareça uma ação complexa e, até mesmo injusta, na prática, isso é muito mais simples do que parece. Basta tirar os seus olhos do passado, de quem você já foi, e direcionar o seu foco para o presente. Além disso, é preciso reavaliar todos os segundos que você dedica aos outros sem ganhar nada em troca. Aplique o seu tempo investindo em si mesmo, cuide de você, entenda os seus receios e frustrações, presenteie-se - não só com itens materiais, mas também com vivências, sensações, paisagens que enchem os olhos, pensamentos positivos e qualquer coisa que te faça bem, seja viajar até Paris ou tirar o sábado de folga para comer uma feijoada no bar da esquina. Não há dinheiro que pague a sua satisfação. Troque a sua moeda mais valiosa com pessoas que valem à pena e desfrute de cada segundo ao lado de quem você ama e confia. Algumas coisas não podem ser realizadas nem mesmo com todo o tempo do mundo, em compensação, existem outras que, dentro de míseros minutos, são capazes de transformar vidas. Ao partir desse princípio e, principalmente, da prática dentro do seu cotidiano, chegará um momento onde o tempo, como um passe de mágica, deixará de ser uma moeda rara para se tornar algo abundante na sua vida. Dali em diante, você poderá decidir se irá aplicar a sua dádiva em quem precisa dela, investir ainda mais em si mesmo, ou, quem sabe, até doá-la para resguardar alguém de colher os frutos amargos, gerados por essa inabilidade.

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E se você pudesse ganhar um dia a mais a cada ano?

Levando em conta que o tempo é uma moeda de valor imensurável, é inegável que, quanto mais ganhamos, melhor. Nesse contexto, alguns encargos diários, por mais simples e corriqueiros que pareçam podem simplesmente roubar o nosso tempo e, consequentemente, a nossa produtividade. Já parou para pensar quanto tempo você gasta, dentro de um ano, escolhendo calçados para usar no dia a dia, trocando os pares e, até mesmo, amarrando os cadarços do seu tênis sempre que eles se soltam? Nós, da HMAN, pensamos. Por isso, criamos um produto exclusivo e atemporal, com tecnologia de ponta para simplificar o seu dia a dia. O Tênis Essencial HMAN, fabricado em couro legítimo com solado de borracha natural, materiais respiráveis e cautelosamente selecionados, proporciona uma experiência de calce única, pautada, especialmente no conforto e na versatilidade. Na contramão da obsolescência programada, o modelo foi elaborado para durar e adicionar um “valor extra” de 24 horas adicionais dentro de um ano. Acesse o site, saiba mais sobre os processos de seleção e fabricação e garanta já o companheiro ideal para agregar mais tempo aos seus dias e, principalmente, mais valor ao seu tempo.

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micafungin, sold under the brand name mycamine, is a polyene antifungal medication used to treat and prevent invasive fungal infections including candidemia, abscesses and esophageal candidiasis. it inhibits the production of beta-1,3-glucan, an essential component of fungal cell walls. micafungin is administered intravenously. it received final approval from the u.s. food and drug administration (fda) on march 16, 2005, and gained approval in the european union on april 25, 2008.

indications
micafungin is indicated for the treatment of candidemia, acute disseminated candidiasis, candida peritonitis, abscesses and esophageal candidiasis. since january 23, 2008, micafungin has been approved for the prophylaxis of candida infections in patients undergoing hematopoietic stem cell transplantation (hsct).

micafungin works by way of concentration-dependent inhibition of 1,3-beta-d-glucan synthase resulting in reduced formation of 1,3-beta-d-glucan, which is an essential polysaccharide comprising one-third of the majority of candida spp. cell walls. this decreased glucan production leads to osmotic instability and thus cellular lysis.

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